Segui os passos desta amiga e cheguei a este resultado:
Que coisa meiga você é?
Também não faço ideia o significado disto... enfim, há testes para tudo! LOL
quinta-feira, abril 24, 2008
segunda-feira, abril 14, 2008
De volta...
A pedido de diversas famílias (:P) vim aqui dar um Olá!
Tirando isto, as novidades é que o Gil está um reguila! Já diz imensa coisa e percebe tudo, mais do que devia! Ora só faz disparates e consegue muitas vezes ser mau, ora é um meiginho e agarra-se a nós a dar miminhos e beijinhos!
Gatafunhado por Lisa_pt à(s) 4:41 p.m. 23 Palrices
quinta-feira, março 13, 2008
Tosse e mais tosse...
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sexta-feira, março 07, 2008
Olá
Gatafunhado por Lisa_pt à(s) 3:00 p.m. 24 Palrices
domingo, janeiro 13, 2008
Ausência
Gatafunhado por Lisa_pt à(s) 12:49 p.m. 36 Palrices
quinta-feira, dezembro 27, 2007
1 ANO!
Não podia deixar de cá vir, assinalar este dia.
O tempo esvai-se sem que possamos dar por isso e sem que nada possamos fazer, para o impedir de marcar passo.
O meu cuquito já tem um aninho! Não compreendo como já passou um ano e há um ano atrás, vivi este dia de forma vertiginosa, perdendo por completo a noção das horas e todo o dia não passou de um período subsequente de horas inumeráveis, quase irrealistas, mas que jamais serão esquecidas.
Podem passar-se muitas vidas, mas o nascimento desta vida estará sempre presente na minha memória. Todos aqueles sentimentos ambivalentes dos primeiros momentos a seguir ao parto, a primeira imagem do meu menino, a alegria do pai ao vê-lo, o som das suas primeiras choraminguices, o primeiro toque no seu rosto e no seu corpinho, a imagem das suas unhas tão crescidas, o deslumbrar dos seus olhos, de um azul imenso… todas estas lembranças estão ainda gravadas na minha mente e espero que nunca se percam. São momentos mágicos e irrepetíveis.
Relembro, com as lágrimas a querem saltar, a emoção do L. quando o viu e quando deixou transparecer a sua emoção, dizendo “Oh tão giro!”, isto depois de longas conversas em que ele afirmava piamente que todos os recém-nascidos eram feios. Mas o nosso menino era um bebé lindo e continua sê-lo! Até o meu irmão, que partilhava a mesma convicção que o L., quando o viu pela primeira vez, também disse: “Olha, este é mesmo bonito!”
Escusado será dizer que este facto me encheu de vaidade e orgulho, mas estou em crer que quando olhamos para os nossos filhos, não há bonitos nem feios, há laços que se estreitam e surge um amor infindável, que nos era incompreensível enquanto filhos, mas que depois de sermos pais, passamos a compreender e obriga-nos a valorizar, muito mais, os nossos pais.
Mas também tenho saudades da minha barriga e das alturas em que a acariciava e o Gil pontapeava-me lá de dentro. Mas mais saudades ainda, tenho do Gil quando era recém-nascido. Não foram tempos fáceis… o amamentar que se revelou quase infrutífero, mas que mesmo assim, teimosamente consegui levar a amamentação até aos 8 meses, as noites perdidas, para o amamentar, para lhe acalmar as cólicas e para o fazer regularizar as horas de sono. O cansaço acumulado destes primeiros meses a tentar fazer com que nada lhe faltasse e que ele fosse mimado, cuidado, alimentado e protegido da melhor forma.
As roupinhas de tamanho zero, também deixam uma nostalgia imensa. Quando vou fazer compras para ele, não resisto a passar nessa secção e instala-se definitivamente essa melancolia.
Apesar de tudo isto, sei que não aproveitei da melhor forma os seus tempos de recém-nascido, mas creio que ninguém aproveita, porque as condições não são de todo, coniventes com isso. O cansaço instala-se. Há imensa gente que quer ver o novo membro da família ou o novo bebé dos amigos e isso faz sentir-nos ainda mais cansadas. O Gil nunca foi um bebé fácil e/ou calmo, o que atenuou o meu cansaço. O seu choro contínuo, era muitas vezes mote para que perdesse as estribeiras…
Muitas vezes já nem o podia ouvir e ansiava para que o meu marido chegasse a casa só para tomar conta dele um bocadinho e para que eu pudesse descansar.
Confesso que desta parte não sinto saudades, mas ao mesmo tempo, é desta fase que mais saudades tenho, porque nesta altura ele era tão dependente de mim, que o tornava no ser mais especial de todos. É uma contradição eu sei, mas parece que na maternidade todos os sentimentos são ambíguos.
Hoje, passado um ano de muita aprendizagem de parte a parte, tenho um bebé a crescer a olhos vistos, muito bem disposto e simpático, que me enche de orgulho. O seu sorriso é contagiante. São inúmeras as pessoas que se metem com ele, quando saímos, isto porque ele gosta muito de se armar em charmoso e começa a olhar para as pessoas a solicitar atenção, é um descarado.
As suas gargalhadas são para nós a motivo de alegria, porque se ele está bem e divertido, nós ficamos inteiramente felizes com isso.
Durante este ano, também apanhámos alguns sustos (quais os pais que não os apanham?), houve algumas idas às urgências, mas felizmente nada que implicasse cuidados de maior.
Actualmente ele está a pesar quase 8500 Kg e mede pouco mais de 70 cm. O seu peso foi inicialmente uma grande preocupação, porque os médicos e os enfermeiros só querem as crianças dentro dos percentis certos e esquecem-se que os metabolismos são diferentes e que a parte hereditária também conta, assim o meu cuquito é um rapaz elegantérrimo, como o pai e a mãe, mas muito saudável.
Ainda sentimos algumas limitações nas actividades que podemos fazer com ele, mas desde sempre passeámos muito, já assistimos a Danças para Bebés e a Música para Bebés, fazemos semanalmente uma sessão de natação e sempre que possível, convivemos o mais que podemos em família.
Nós é que deixámos um pouco de parte a vida social fora de ambientes caseiros, isto é, convivemos com amigos e família em casa, mas actividades como ir ao cinema (nem me lembro de quando foi a última vez!), ir jantar fora, ir a um bar ou coisas de género têm estado adiadas…
A nível de personalidade, desde cedo que o Gil se mostrou como sendo um puto de personalidade vincada e muito forte. Começou a fazer ginetes com apenas 5 meses e ainda os faz! É um teimoso de primeira, quando não lhe damos algo que ele deseja, ou quando lhe retiramos algo das mãos, faz um berreiro que já ninguém o cala.
Também é muito gozão, por exemplo, quando o colocamos em cima da nossa cama, antes do banho, gatinha rapidamente para fazer de conta que se vai atirar da cama abaixo e mesmo à pontinha da cama, senta-se e olha para nós a rir-se, já depois de termos apanhado um susto daqueles… Ralhamos com ele e ele ri-se.
Dizemos para ele não fazer isto ou aquilo e ele, olha para nós, sorri e continua na sua demanda.
Adora atirar coisas ao chão.
Sempre que ouve música começa a dançar e a bater palmas.
De manhã quando acorda, se o ignoramos, começa a chamar-nos aos gritos.
Raramente está calado, palra, palra que se farta. Também refila muito quando as coisas não estão lá do agrado dele.
É terrível para o Patrick, que geralmente foge dele a sete pés, mas como ultimamente passa demasiado tempo sozinho e sente-se carente, nem se importa que ele lhe faça mal, pois parece preferir a que lhe dêem atenção dessa forma, a não ter atenção nenhuma.
Já dá muitas passadas, pela nossa mão e vai muitas vezes buscar o triciclo, que também serve de andador, para o poder ir empurrando e assim andar, mas tem de ser vigiado por nós, não vá aquilo deslocar-se demasiado rápido e ele estatelar-se no chão. Também já se aventura a dar três ou quatro passos sem apoio, mas ainda não podemos dizer que ele já anda sozinho.
Chama “Mamã” a toda a hora, até agora é mesmo a palavra que ele mais diz. De vez em quando diz “adeu” e às vezes lá diz “Papá”, mas basta dizermos “Chama a Mamã” que ele desata a dizer “Mamã” (Ups, lá fiquei com o teclado imerso em baba! :P). Nos últimos dias começou a dizer “Ôá”, traduzindo, “Olá”.
A sua adaptação à ama, foi bastante complicada, pois ele estava precisamente na fase em que começava a estranhar, todos aqueles que não estavam quase diariamente com ele. Para mim também foi complicado, porque de início preocupava-me muito e sabia que não estava a ser fácil para ele, mas aos poucos pude recuperar um pouco da minha vida própria, que se tinha perdido com o nascimento dele.
Ainda que ele continue a choramingar quando lá fica pela manhã e agora é sempre o pai que o leva, sei que ele está muito bem entregue e que gosta de lá estar, além de que o convívio com as outras crianças lhe é benéfico.
Em termos de alimentação tem sido uma maravilha, aceita praticamente tudo o que lhe damos, as únicas recusas até agora foram legumes, o nabo e o alho francês. Espero que se mantenha a comer como até agora.
Resumindo, tem sido um ano fenomenal!
Ser mãe é algo que ultrapassou definitivamente as minhas expectativas. O Gil foi desejado e “programado”, mas até ter engravidado não tinha sentido o relógio biológico a dar horas. Se a minha vida desse uma reviravolta, com certeza que tinha mais um bebé, mas as contingências não nos permitem que assim seja… isto claro, se o implante continuar a funcionar bem, se ele deixar de funcionar, paciência! Porque se vier um bebé acidentalmente será muito bem recebido, mas programado não virá de certeza absoluta. (Euromilhões, quando é que acertas nos meus números????)
Na verdade, não sei descrever tudo o que tenho sentido ao ver o meu filhote a crescer, a desenvolver-se e a integrar-se neste mundo. Muitas vezes dou por mim a vê-lo dormir, é um dos momentos que mais gosto do dia, a vê-lo interagir connosco, a vê-lo a reagir a sons ou imagens, a vê-lo brincar com os inúmeros brinquedos, a vê-lo a gatinhar atrás do gato, a vê-lo a caminhar na minha direcção, a vê-lo a lidar com os avós e penso para comigo “Como é que esta coisinha tão pequena, tem crescido e já se afirma como tendo um lugar assegurado no mundo?”
Muitas vezes, dou por mim a pensar no “milagre da vida”. E este “milagre” enriqueceu-me de forma indizível e por muito que os homens sejam bons pais, nunca vão compreender o que é ser mãe… verdade, não é meninas? Mas não digam nada, porque eles nem sabem do que estamos a falar.
Para terminar este post que já vai longo, só quero dizer que o nosso Natal foi óptimo, o Gil teve direito a inúmeros brinquedos e alguma roupinha. Também já tem um leitor de cd’s para o quartinho dele.
É claro que ele ainda não tem bem a percepção do que é o Natal, mas deu para ver que ele adorou certos brinquedos. Muitos desses brinquedos vou guardá-los, uma vez que ele ainda não os entende, tais como os legos ou os puzzles, e mais tarde voltarei a entregar-lhos. Há muitos pais que fazem isso e é também o que eu vou fazer, vou guardá-los e assim terá novidades mais amiúde. Agora aqui entre nós, não sei quem é que gosta mais dos brinquedos, se ele ou se eu ou o papá! :P
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sábado, dezembro 22, 2007
Os Primeiros Passos
No trabalho, continua a correr tudo bem, para o mês que vem talvez já saiba se o meu contrato irá para além do mês de Maio. Sempre que me queixo de estar com pouco trabalho, lá me aparecem toneladas de papel para me invadirem a secretária! Portanto, não faltando trabalho e saúde, está tudo bem!

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domingo, dezembro 09, 2007
De passagem...
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sexta-feira, novembro 30, 2007
Chegou o Pai Natal...
quarta-feira, novembro 28, 2007
Magia pela manhã!
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terça-feira, novembro 27, 2007
11 Meses!
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segunda-feira, novembro 26, 2007
Carta ao Pai Natal
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Ai os dentes...
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quarta-feira, novembro 21, 2007
Fresh News
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terça-feira, novembro 20, 2007
Sem grandes novidades...
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segunda-feira, novembro 12, 2007
Mais ratitos e nova ameaça de gastroentrite...
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sexta-feira, novembro 09, 2007
Já não chora...
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quinta-feira, novembro 08, 2007
O meu Pestinha e o seu Primeiro Beijo!
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terça-feira, novembro 06, 2007
Afinal sempre gatinha!
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quinta-feira, novembro 01, 2007
Ele preenche-me!
Gatafunhado por Lisa_pt à(s) 9:01 p.m. 16 Palrices
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